
Domingo, Dezembro 14, 2008
Sábado, Maio 10, 2008
Domingo, Dezembro 03, 2006
XIV Jornadas Pedagógicas de Educação Ambiental da ASPEA
Solicita-se divulgação
XIV Jornadas Pedagógicas de Educação Ambiental da ASPEA - Ambiente, Saúde e Qualidade de Vida
A Educação Ambiental procura desenvolver uma consciência crítica sobre as problemáticas ambientais mundiais, alertando sobre as nossas acções diárias.
A questão ambiental exige uma reflexão aprofundada sobre as nossas acções e o nosso olhar sobre a natureza, e os impactos causados pelas nossas interacções com ela.
As Jornadas da ASPEA têm-se constituído espaços de reflexão e partilha de saberes e preocupações, procurando ajudar a desenvolver uma maior consciência crítica e uma participação cidadã mais activa e eficaz.
Em debate nas XIV Jornadas Pedagógicas da ASPEA, os temas Ambiente, Saúde e Qualidade de Vida, que decorrem dos propostos para o 2º ano de implementação da Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável 2005-2014.
Gostaríamos de contar com a sua participação.
Agradecemos que colabore na divulgação do evento.
Saudações ambientais
mais informações: www.aspea.org
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Segunda-feira, Setembro 11, 2006
Turismo em STP
Olá a Todos,
Há uma nova página turística de São Tomé e Príncipe. Vale a pena visitar, eu já o fiz e posso dizer que tem óptima qualidade, facilidade de acesso porque está no sistema Google. Aqui podemos encontrar as opções Casa Amarela, a Casa Vermelha, com preços indicativos e serviços correspondentes, Turismo Solidário e Hospedagem com formação.
É uma iniciativa muito interessante porque quem consulta a página é chamado para novos conceitos de turismo e novas práticas (turismo solidário, hospedagem com formação), muito defendidas actualmente no meio internacional que se dedica a estudar estas questões.
http://turismosaotomeeprincipe.googlepages.com/
Além disto, a Nora Rizzo tem um blog, onde se pode comentar, dar sugestões e contributos. Chama-se “Casa Amarela Casa Vermelha Turismo Cultural”
http://casaamarelacasavermelha.blogspot.com/
A Nora Rizzo está, mais uma vez de parabéns!!!
Um abraço,
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Brígida Rocha Brito
Segunda-feira, Maio 22, 2006
Novo jornal on line "ECOS das ILHAS"
Há um novo jornal on line de STP, que se encontra ainda em construção, mas que já divulga notícias. Chama-se ECOS DAS ILHAS e está vocacionado para as questões políticas e económicas santomenses. Eles pedem sugestões, que deverão ser enviadas para o e-mail do Petter Bouças
Sábado, Maio 20, 2006
V Bienal de Arte e Cultura de São Tomé e Príncipe
Segunda-feira, Maio 15, 2006
Início do Fórum
Como temos vindo a apresentar, hoje damos início ao debate sobre “O Papel das Rádios Comunitárias na luta contra a exclusão social” em http://tecfaseed.unige.ch/users/frete/ciariscommunity/ (iniciativa conjunta de: Projecto “Estratégias e Técnicas de luta contra a Exclusão Social e a Pobreza”, STEP/Portugal, executado pelo Bureau Internacional do Trabalho (BIT) e financiado pelo Governo Português; Rede Nacional das Rádios Comunitárias da Guiné Bissau, RENARC; Centro de Estudos Africanos do ISCTE, no âmbito das actividades do site web Inclusão Social nos PALOP e do Centro Informático de Aprendizagem e de Recursos para a Inclusão Social, CIARIS).
Reconhecendo a importância da partilha de experiências como elemento promotor do reforço de competências, uma das preocupações dos actores que a nível local ou nacional dinamizam este movimento, tem sido a de criação de oportunidades de encontros entre os actores que em diferentes países vivem o quotidiano das rádios comunitárias.
- Atelier de Cabo Verde, organizado pelas ONGs CITI-HABITAT, AD (Acção para o Desenvolvimento) e ACEP (Associação para a Cooperação entre os Povos), que teve lugar entre 24 e 28 de Junho de 2002, com o apoio do CTA da Holanda;
- o I Encontro de Rádios Comunitárias dos Países de Língua Portuguesa, que teve lugar em Bissau entre 13 e 19 de Março, organizado pela Rede Nacional das Rádios Comunitárias da Guiné-Bissau (RENARC), AD e ACEP (documento com conclusões em anexo), com os apoios do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD), da Fundação Portugal-África e Swissaid.
Em simultâneo, para além do acesso a informação útil, as rádios comunitárias têm desempenhado um papel fundamental de amplificação das vozes das camadas marginalizadas do acesso ao poder, como os jovens ou as mulheres.»
Adão Nhaga
«Hoje vamos dar início ao debate no Fórum “O Papel das Rádios Comunitárias na luta contra a Exclusão Social”, que terá lugar neste espaço até ao próximo dia 5 de Junho. São 3 semanas de reflexões centradas no tema proposto.
Desde já, temos à nossa disposição, no menu do lado direito, o link para “uploads-downloads de documentos” e “endereços web”, onde poderemos encontrar documentos sistematizados, produzidos e divulgados pela AD (Acção para o Desenvolvimento), pela ACEP (Associação para a Cooperação entre os Povos), sendo alguns resultantes dos Encontros de Cabo Verde (2002) e de Bissau (2006), encontrando-se também dos documentos referentes aos princípios estratégicos CIARIS. Mas temos a possibilidade de contribuir para a construção deste espaço através da partilha de outras informações e documentos considerados úteis para a reflexão e o debate.
Para darmos início às actividades do Fórum, peço-vos que, na primeira mensagem que enviarem se apresentem brevemente, se possível referindo o país de origem e área de actuação.
A questão que coloco desde já é de que forma as rádios comunitárias podem ser entendidas como meios privilegiados para promover a inclusão social, favorecendo a interacção e incentivando a participação de todos, criando novas oportunidades e dando a conhecer o que se faz e como se vive nas diferentes comunidades?
Contamos com a vossa participação para a partilha de experiências, identificação de dificuldades, apresentação de práticas bem sucedidas e divulgação de iniciativas, troca de opiniões e de sugestões. A participação de todos é fundamental porque este é um espaço criado para todos e que será construído também com a colaboração de todos.
Boas reflexões e bons debates»
Brígida Rocha Brito
Relembramos que, no caso de ainda não o terem feito, podem efectuar o vosso registo em:
http://tecfaseed.unige.ch/users/frete/ciariscommunity/, no espaço próprio situado no canto superior direito.
Contamos com a vossa participação!
Quinta-feira, Maio 11, 2006
FW: Convite: Fórum Rádios Comunitárias
Olá a Todos,
No próximo dia 15 de Maio vamos dar início a um debate sobre “O Papel das Rádios Comunitárias na luta contra a exclusão social”, que terá lugar no âmbito do CIARIScommunity, em http://tecfaseed.unige.ch/users/frete/ciariscommunity/. Esta é uma iniciativa conjunta do Projecto “Estratégias e Técnicas de luta contra a Exclusão Social e a Pobreza”, STEP/Portugal, executado pelo Bureau Internacional do Trabalho (BIT) e financiado pelo Governo Português, da Rede Nacional das Rádios Comunitárias da Guiné Bissau (RENARC) e do Centro de Estudos Africanos do ISCTE (CEA), no âmbito das actividades do site web Inclusão Social nos PALOP (http://www.inclusao-palop.org) e do Centro Informático de Aprendizagem e de Recursos para a Inclusão Social – CIARIS (http://www.ilo.org/ciaris).
Atendendo que uma das principais prioridades do BIT é a luta contra as diferentes formas de exclusão social e a redução da pobreza, procuraremos repensar e identificar as estratégias mais adequadas face a situações concretas, que venham a ser apresentadas, com o objectivo de promover a inclusão, dando particular atenção aos grupos vulneráveis ou em risco. As reflexões terão na base os princípios estratégicos da integralidade, participação, parceria e territorialidade.
Em alguns países africanos, em particular nas regiões mais isoladas e marcadas pela ruralidade, as Rádios Comunitárias representam hoje um dos principais meios promotores de inclusão social, pelo incentivo à participação e ao envolvimento de todos, à comunicação, à interacção, à valorização da vida comunitária e à criação de novas oportunidades.
Esta iniciativa revela-se manifestamente inovadora, já que, mais do que um Fórum de debates, pretende criar-se uma comunidade de aprendizagem e de prática que tenha continuidade ao longo do tempo, e onde possam ser partilhadas experiências, colocadas dúvidas para esclarecimento, apresentadas dificuldades e divulgadas práticas bem sucedidas, mas também disponibilizados recursos, tais como documentos para leitura e reflexão, links e sites de interesse relacionados com o tema, informação sobre eventos e encontros futuros, sem esquecer a sistematização dos resultados de encontros anteriores, como são os exemplos do “Atelier sobre Rádios Comunitárias e Rurais” (Cabo Verde, 2002), ou do “1º Encontro de Rádios Comunitárias da CPLP” (Guiné Bissau, Março de 2006).
Com o CIARIScommunity Rádios Comunitárias procura criar-se um local de encontro e de troca de experiências, onde a aprendizagem possa se privilegiada, reduzindo as distâncias e valorizando as práticas que têm sido prosseguidas nos diferentes países.
Também com a preocupação de recolher o máximo de experiências e de conseguir um debate animado, contamos com a participação de todos, porque só assim conseguiremos alcançar os objectivos a que nos propomos. Este é um espaço de todos nós que será construído com o vosso apoio ao longo do tempo.
Para efectuarem o vosso registo, deverão aceder a: http://tecfaseed.unige.ch/users/frete/ciariscommunity/ e, uma vez aqui, que efectuem o vosso registo. No menu do lado direito do ecran encontram campo para preenchimento de Login e para criação de uma nova conta. Ao clicarem no link aparecerá uma página de registo (link direct - http://tecfaseed.unige.ch/users/frete/ciariscommunity/user.php). Seleccionem a opção “registe-se” e preencham os dados solicitados.
Após o registo, podem ir tomando contacto com a plataforma informática, nomeadamente consultando o texto introdutório, os links e os recursos que já se encontram disponíveis, a página relativa aos moderadores e convidados especiais. Toda esta informação está acessível através dos links que se encontram no menu do lado direito, na secção Rádios Comunitárias. Para mais informações sobre o funcionamento da plataforma, consultem o Guia de utilização, acessível no menu superior.
Contamos com a vossa participação! E pedimos o vosso apoio na divulgação.
Brígida Rocha Brito e Adão Nhaga
Moderadores
Terça-feira, Maio 09, 2006
Convite: Fórum Rádios Comunitárias
Olá a Todos,
No próximo dia 15 de Maio vamos dar início a um debate sobre “O Papel das Rádios Comunitárias na luta contra a exclusão social”, que terá lugar no âmbito do CIARIScommunity, em http://tecfaseed.unige.ch/users/frete/ciariscommunity/. Esta é uma iniciativa conjunta do Projecto “Estratégias e Técnicas de luta contra a Exclusão Social e a Pobreza”, STEP/Portugal do Bureau Internacional do Trabalho (BIT), da Rede Nacional das Rádios Comunitárias (RENARC) e do Centro de Estudos Africanos do ISCTE (CEA), no âmbito das actividades do site web Inclusão Social nos PALOP (http://www.inclusao-palop.org/) e do Centro Informático de Aprendizagem e de Recursos para a Inclusão Social – CIARIS (http://www.ilo.org/ciaris).
Atendendo que uma das principais prioridades do BIT é a luta contra as diferentes formas de exclusão social e a redução da pobreza, procuraremos repensar e identificar as estratégias mais adequadas face a situações concretas, que venham a ser apresentadas, com o objectivo de promover a inclusão, dando particular atenção aos grupos vulneráveis ou em risco. As reflexões terão na base os princípios estratégicos da integralidade, participação, parceria e territorialidade.
Em alguns países africanos, em particular nas regiões mais isoladas e marcadas pela ruralidade, as Rádios Comunitárias representam hoje um dos principais meios promotores de inclusão social, pelo incentivo à participação e ao envolvimento de todos, à comunicação, à interacção, à valorização da vida comunitária e à criação de novas oportunidades.
Esta iniciativa revela-se manifestamente inovadora, já que, mais do que um Fórum de debates, pretende criar-se uma comunidade de aprendizagem e de prática que tenha continuidade ao longo do tempo, e onde possam ser partilhadas experiências, colocadas dúvidas para esclarecimento, apresentadas dificuldades e divulgadas práticas bem sucedidas, mas também disponibilizados recursos, tais como documentos para leitura e reflexão, links e sites de interesse relacionados com o tema, informação sobre eventos e encontros futuros, sem esquecer a sistematização dos resultados de encontros anteriores, como são os exemplos do “Atelier sobre Rádios Comunitárias e Rurais” (Cabo Verde, 2002), ou do “1º Encontro de Rádios Comunitárias da CPLP” (Guiné Bissau, Março de 2006).
Com o CIARIScommunity Rádios Comunitárias procura criar-se um local de encontro e de troca de experiências, onde a aprendizagem possa se privilegiada, reduzindo as distâncias e valorizando as práticas que têm sido prosseguidas nos diferentes países.
Também com a preocupação de recolher o máximo de experiências e de conseguir um debate animado, contamos com a participação de todos, porque só assim conseguiremos alcançar os objectivos a que nos propomos. Este é um espaço de todos nós que será construído com o vosso apoio ao longo do tempo.
Para efectuarem o vosso registo, deverão aceder a: http://tecfaseed.unige.ch/users/frete/ciariscommunity/ e, uma vez aqui, que efectuem o vosso registo. No menu do lado direito do ecran encontram campo para preenchimento de Login e para criação de uma nova conta. Ao clicarem no link aparecerá uma página de registo (link direct - http://tecfaseed.unige.ch/users/frete/ciariscommunity/user.php). Seleccionem a opção “registe-se” e preencham os dados solicitados.
Após o registo, podem ir tomando contacto com a plataforma informática, nomeadamente consultando o texto introdutório, os links e os recursos que já se encontram disponíveis, a página relativa aos moderadores e convidados especiais. Toda esta informação está acessível através dos links que se encontram no menu do lado direito, na secção Rádios Comunitárias. Para mais informações sobre o funcionamento da plataforma, consultem o Guia de utilização, acessível no menu superior.
Contamos com a vossa participação! E pedimos o vosso apoio na divulgação.
Brígida Rocha Brito e Adão Nhaga
Moderadores
Segunda-feira, Fevereiro 27, 2006
Sexta-feira, Fevereiro 24, 2006
IV Bienal de Arte e Cultura em STP

Reúne um conjunto de eventos de importância nacional, regional e internacional: música e dança; artes plásticas com escultura e pintura; fotografia; workshops e palestras; poesia; turismo; gastronomia.
E, além de tudo isto, há a paisagem, as praias e o Obô, os sorrisos, a simpatia acolhedora e as tradições culturais; os animais e as plantas.
Tudo isto e muito mais em São Tomé e Príncipe, um arquipélago de sonhos, uma vez mais através do incansável e eficaz trabalho do João Carlos Silva e da Isaura, que estão de parabéns pela organização.
Quinta-feira, Fevereiro 16, 2006
Trabalhos seleccionados, V Congresso Ibero-americano de EA
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Quarta-feira, Janeiro 25, 2006
I Simpósio em EA dos Países Lusófonos: inscrições
As inscrições encontram-se abertas através do site oficial do V Congresso Ibero-americano de Educação Ambiental: www.5iberoea.org.br ou www.viberoea.org.br
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Quinta-feira, Janeiro 05, 2006
"Rei Amador" homenageado no Arquivo Histórico
Rei amador homenageado
Pela segunda vez em São Tomé e Príncipe foi comemorado o dia 4 de Janeiro, dia abnegado ao Rei Amador e por isso considerado feriado nacional. O acto central das actividades teve lugar no jardim do Arquivo Histórico do país onde foi erguido o novo busto do Rei amador. As comemorações ficaram marcadas ainda pelas várias manifestações culturais. Recorde-se que rei amador foi o chamado “preto” que se levantou com homens da sua cor e se proclamou Rei de todos os são-tomenses, Rei nomeado absoluto com poder de dar liberdade a todos os cativos.
Fonte: Tela Nón
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Fonte: Jornal.st
Sábado, Dezembro 03, 2005
Entrevista João Carlos Silva no Público
João Carlos Silva é um santomense que se denomina de "desassossegador", um "cozinhador" de receitas e de sonhos. Este é um homem idealista e sonhador que tem conseguido realizar sonhos, tendo em mira um ideal: a criação de novas oportunidades, a realização o envolvimento comunitário e a preservação ambiental, mesmo que ao ritmo "leve-leve", porque muitas vezes correr não nos leva mais longe.
Ler a entrevista ajuda a conhecer o que está por trás da imagem que nos habituámos a ver no programa "Na Roça com os Tachos".
No Jornal Público de dia 3 de Dezembro de 2005, Revista XIS Ideias para pensar, 337, pg. 26/27
Quinta-feira, Novembro 24, 2005
Semana de São Tomé e Príncipe em Lisboa
Com o apoio da RDPÁfrica e do Centro Nacional de Cultura: actividades culturais várias entre as quais documentários, debates,
Por ocasião do lançamento do livro, com sessão de autógrafos, "Na Roça com os Tachos" da autoria de João Carlos Silva, tem lugar até dia 25 de Novembro um conjunto de actividades culturais (documentários, debates, mostras de arte) na Galeria Fernando Pessoa do Centro Nacional de Cultura no Chiado em Lisboa. No dia 25 – Sexta-feira - pelas 18h30:
-Apresentação da IV Bienal de Arte e Cultura de São Tomé e Príncipe que terá lugar em S.Tomé em 2OO6;
-Apresentação do video "Uma Bienal em Construção"
PRIMEIRA MOSTRA DE CINEMA AFRICANO
No âmbito da primeira Mostra de Cinema Africano, realizam-se no Museu da Cidade, nos dias 24, 25 e 26, sessões cinematográficas que visam transmitir elementos relacionados com a antropologia visual. Assim, são apresentados quatro filmes, películas de investigação seguidas de debate e uma mesa redonda sobre O lugar da imagem na preservação da memória africana, com a participação de gente do cinema e de investigadores das problemáticas africanas.
PROGRAMAÇÃO:
Dia 24 - Quinta-Feira, 21h30m
Angola
Nelisita de Ruy Duarte de Carvalho (1982, 90min, Fic.).
Dia 25 - Sexta-Feira
18h30m - Cabo Verde - O Percurso de Cabo Verde de Guenny K. Pires (2004, 83min, Doc.)
21h30m - Filmes do Instituto de Investigação Científico e Tropical:
Entre os Bosquímanos de Angola, de António de Almeida (1952, 28min., Doc.) Sinopse: Actividades quotidianas de um grupo de bosquímanos de Angola.
Missão Antropobiológica de Angola: de Equipa da Missão Antropobiológica de Angola do IICT (40/50, 30min., Doc.)
Actividades da Missão Antropobiológica de Angola Sinopse: A equipa de antropobiólogos realiza trabalho de campo recolhendo dados antropométricos e fisiológicos com destaque para as colheitas de sangue entre os bosquímanos de Angola.
Sem Título Sinopse 2: O modo como algumas actividades quotidianas executadas por mulheres foram filmadas revela um enorme rigor em documentar técnicas e saberes de etnografia das populações angolanas.
Bosquímanos - Danças e Músicas Sinopse 3: Sempre acompanhados pelos ritmos que marcam com palmas e com os pés no chão, podemos ver os bosquímanos executando dança que denotam ora a simulação de lutas, ora a indução de estados alterados de consciência. Envolvendo a participação do grupo, todos estes momentos coreográficos transmitem uma forte ideia de coesão social.
Debate
Dia 26 – Sábado, 15h
Mesa Redonda
Título:O lugar da imagem na preservação da memória africana
Moderação: Rui Leal - MCA
Convidados:
Isabel Castro Henriques, Margarida Cardoso, Clara Carvalho, José Henrique Caldeira, Teresa Albino – IICT, Ângela Luzia - Museu da Cidade
18h30m
Moçambique
No Coração da Imagem uma Carta de Moçambique de Sol Carvalho (1988, 27min., Doc.)
Portugal
Kuxa Kanema, o nascimento do cinema de Margarida Cardoso (2003, 52min, Doc.)
Museu da Cidade, Praça João Raimundo - Cova da Piedade - 2800 Almada, Tel.: 21 273 40 30 E-mail: museu.cidade@cma.m-almada.pt
Quarta-feira, Novembro 23, 2005
Dicionário temático da Lusofonia
Foi lançado esta tarde na Sociedade de Geografia em Lisboa o DICIONÁRIO TEMÁTICO DA LUSOFONIA, publicado pela Texto Editores e dirigido pela Associação de Cultura Lusófona, co-elaborada por cerca de 358 especialistas dos vários países lusófonos. Está organizada num único volume, com cerca de mil páginas, com um carácter enciclopédico e reúne informação sobre os mais variados assuntos referentes aos oito países e regiões da Lusofonia: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
São temas abordados: os conceitos linguísticos, as línguas faladas, a História, a Geografia, a Economia, a Arte, a Literatura, as Instituições, as Religiões, os Usos e Costumes, facultando outro tipo de informações e curiosidades acerca do quotidiano e da cultura dos oitos países que se encontram unidos através da língua portuguesa, sendo esta a sua língua materna, segunda, ou oficial.
Fonte: Fórum DC
Sábado, Novembro 19, 2005
Foi hoje e foi um sucesso!
Hoje, tal como previsto, foi o lançamento do livro do João Carlos Silva, na FNAC do Chiado. Sala cheia, ou melhor muito bem aconchegada, de tal forma que o calor fez-se sentir, fazendo lembrar as ilhas. Muitas caras conhecidas e sempre sorridentes. Foi bom revê-las. Muitas pessoas desconhecidas e simpáticas, com as quais foi fácil conversar desde logo, ou o tema que nos unia não passasse pelas ilhas maravilhosas e por tanta coisa deslumbrante que têm.
Foi bom ouvir o João Carlos explicar o porquê do livro e apresentar novas ideias. Foi mesmo muito bom perceber que, em qualquer lado do Mundo, há pessoas que continuam a sonhar, que têm projectos e que tudo fazem para os pôr em prática. E não se trata apenas de uma pessoa ou duas. Há muitas assim, felizmente! E foi magnífico ouvir o Nezó cantar, e sentir o corpo remexer na cadeira, e olhar para o lado e ver que muita gente se mexia também. E foi melhor perceber que vão decorrer, uma vez mais, actividades com artistas santomenses de divulgação cultural no Centro Nacional de Cultura.
É motivo para dizer, bem ao jeito do “cozinhador de sonhos e de sabores”: “lindo lindo lindo”. Trabalho magnífico em que estão todos de parabéns: o João Carlos, o Kalú Mendes, a Adriana Freire, o “pai da ideia” Ricardo Mota, a Oficina do Livro que deu forma a este magnífico livro. Ficamos a aguardar o 2º volume com novas receitas e novas imagens.
É motivo para dizer, nas palavras de António Gedeão, na “Pedra Filosofal”: “(...)sempre que um homem sonha, o mundo pula e avança como bola colorida entre as mãos de uma criança”. Este é um bom exemplo disso!
Segunda-feira, Novembro 14, 2005
Lançamento do livro "Na Roça com os Tachos"

O João Carlos e a Adriana estão de parabéns. Mais um projecto bem sucedido. E eu serei uma das presente no dia 18, para assistir ao lançamento e receber o autógrafo deste Amigo.
Hoje tive o meu primeiro contacto com o livro e está verdadeiramente fantástico. Traduz muitíssimo bem a relação entre a gastronomia, a poesia, o programa da rtpáfrica e o trabalho fotográfico. Muito melhor do que eu imaginei. Superou todas as minhas expectativas! É uma obra muito bem estruturada e cujo produto final resultou muito bem.
Apesar de ser uma adepta da Internet e dos sites, que facilitam muito a vida do dia a dia, as pesquisas e os contactos, continuo a preferir este tipo de trabalhos em papel. Sinceramente estou encantada! É certamente uma excelente prenda de Natal.
LANÇAMENTO DO LIVRO DE JOÃO CARLOS SILVA “NA ROÇA COM OS TACHOS”, NA SEQUÊNCIA DO PROGRAMA DA RTPÁFRICA: RECEITAS DO JOÃO CARLOS COM FOTOGRAFIA DE ADRIANA FREIRE.
DIA 18 DE NOVEMBRO, PELAS 18H30, FNAC DO CHIADO
"Na Roça com os Tachos" é uma viagem ao interior de uma cozinha ancestral, despertando no leitor o desejo de redescobrir o mundo exótico de São Tomé e Príncipe.
À VENDA A PARTIR DE 10
Na Roça com os Tachos (168 pg.; PVP - 18 euros; ISBN 989-555-151-7): Em 160 páginas de um colorido imenso e um apetite intenso, este livro apresenta uma selecção das melhores receitas do programa de televisão homónimo, Na Roça com os Tachos. São receitas simples, baseadas na gastronomia popular e com um cheirinho a referências culturais, quer de S. Tomé e Príncipe, quer de outras antigas colónias portuguesas. Dividido em 4 capítulos (entradas, carnes, peixes e sobremesas), Na Roça com os Tachos é uma viagem ao interior de uma cozinha ancestral, despertando no leitor o desejo de redescobrir o mundo exótico deixado pelos portugueses. A capacidade comunicativa de João Carlos Silva (apresentador/"cozinhador"/escritor) e a qualidade das fotografias da Adriana Freire apuram o apetite pelo faro.
João Carlos Silva nasceu em Angolares, S. Tomé em 1956. Estudou em S. Tomé, Angola e Portugal, onde frequentou a Faculdade de Direito de Coimbra. Exerceu jornalismo, tendo, como artista plástico, iniciado as suas actividades em Lisboa. Fundou O CIAC e o Espaço Teia d'Arte (artes plásticas, teatro, dança, debates, oficina de letras, ateliers infantis, cine-clube) em S.Tomé. Participou em várias exposições colectivas de artes plásticas em S. Tomé e no estrangeiro. Dirige o Projecto Integrado de Desenvolvimento da Roça S. João (agricultura, pecuária, educação não-formal, ambiente, património, cultura e turismo) e é o coordenador da Bienal de Arte e Cultura de S. Tomé e Príncipe. Apresenta o programa de televisão Na Roça com os Tachos da RTP África.
ADRIANA FREIRE iniciou a sua carreira artística em 1990. Fundadora da Associação Maumaus, participou em diversas exposições individuais e colectivas. Elegeu a gastronomia como uma das áreas de trabalho preferenciais, tendo publicado inúmeros trabalhos em jornais e revistas da especialidade. É autora dos livros Olivais: retrato de um bairro, Romarias e Romeiros e S. Paulo e co-autora de A Minha Cozinha e Dieta [à minha maneira].
Segunda-feira, Outubro 31, 2005
Artistas plásticos de São Tomé
Um pintor de Anno Bon (Guiné Equatorial) radicado em Barcelona procura contactos, fotografias ou sites de artistas plásticos de STP para intercâmbio de experiências e eventual trabalho conjunto. O site dele é: http://es.geocities.com/ghuty_mamae
Chama-se GHUTY MAMAE e o e-mail dele é: ghuty_mamae@yahoo.es
Se tiverem indicações escrevam directamente para o e-mail do Ghuty, por favor.
Quarta-feira, Outubro 12, 2005
Sábado, Outubro 01, 2005
Aguarela de Francisco Gomes de Amorim

Aguarela de Francisco Gomes de Amorim : o Forte de STP, uma imagem fantástica da Igreja do Bom Despacho, do que é hoje a alfândega e da Praia PM. Uma imagem de quem tem África no coração: "A vivência em África é coisa que não esquece, como aliás quase todos os lá viveram. Os que foram capazes de "viver África". E muitos foram."
Quarta-feira, Setembro 21, 2005
Exposição: TRAVEL
Hoje recebi um mail com o conteúdo que segue. ~
“Inauguração: 23 Setembro 2005 às 22h00
Localização: Rua da Boavista, 84 - 3º andar, Lisboa
Horário: 3ª a Sábado das 14h - 19h30
A exposição será acompanhada por uma revista, publicada por "Aprender a Olhar"
23 de Setembro | 22h00 | PLATAFORMA REVÓLVER | Travel - Exposição colectiva de Ana Silva, Gustavo Sumpta, Luisa Low Pew, Paulo Kussy, Sílvia Moreira, Osvaldo da Fonseca, Francisco Vidal e Verónica Leite de Castro: expõe trabalhos de uma nova geração de artistas que partilham como factor comum -um contexto humano- serem pessoas muito diferentes mas todas ligadas intimamente a África e Portugal, e às suas relações, o que outorga unidade à selecção: A exposição inclui trabalhos de pintura, escultura, tapeçaria e vídeo de 8 artistas contemporâneos.
Encontro de Artistas Plásticos | 24 Setembro | 16H00
Teatro S. Luiz ? Jardim de Inverno
1 Rua António Maria Cardoso, 54 (Lisboa, Chiado)
Encontro organizado em conjunto com a Plataforma Revólver, moderado pelo Prof. Fernandes Dias, professor na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e coordenador científico do projecto ArtAfrica, do serviço de Belas Artes da Fundação Calouste Gulbenkian. Contará com a participação de Angela Ferreira, Roger Meintjes, Inês Costa Dias e dos artistas plásticos intervenientes.
PRESS RELEASE
A exposição "TRAVEL", é apresentada pela PLATAFORMA REVÓLVER, e é integrada no África Festival 2005. Expõe trabalhos de uma nova geração de artistas que partilham como factor comum -um contexto humano- serem pessoas muito diferentes, mas todas ligadas, intimamente a África e Portugal, e ás suas relações, o que outorga unidade à selecção: A exposição inclui 8 artistas contemporâneos, cujo trabalho responde, à sua experiência de viajarem e viverem entre culturas, e que reflecte, outras visões e narrativas do mundo em que vivemos. Tendo como ponto de partida este lastro, a exposição funcionará como um laboratório -haverá debates teóricos e visitas guiadas- que oferece a oportunidade, de desenvolver, e relacionar, trabalhos de vários artistas de vários backgroundes culturais, e delineia a observação da intersecção de diferentes formas de criatividade e praticas artísticas.
"Em primeiro lugar, há o problema do começo; principalmente, o de sabermos como é que passamos de onde estamos, o que, por enquanto, é em um sítio nenhum, para o outro lado. É, pura e simplesmente, um problema de ponte, um problema de se improvisar uma ponte. As pessoas resolvem estes problemas todos os dias. Resolvem-nos e , uma vez resolvidos, avançam.
Partamos do princípio de que, fosse como fosse, está feito. Partamos do princípio de que a ponte está construída e atravessada, que podemos esquecer isso. Deixámos para trás o território onde estávamos. Estamos agora bem longe, no território onde queremos estar." J.M.Coetzee
Neste contexto, de expressão pessoal e de identidade cultural, o desafio da concepção e apresentação da exposição, é torná-la compreensiva, com o objectivo de criar uma declaração (relato) pertinente a respeito do valor cultural do universo lusófono da cultura contemporânea: é um "olhar de pássaro" sobre a riqueza da multiplicidade das relações artísticas entre artistas diferentes, mas sem uma preocupação de discurso teórico, antes preferindo dar liberdade à força da imagem, e ao estimulo que ela produz no espectador.
A exposição "Travel" apresenta vários trabalhos, numa aproximação de site-specific, e que vão desde pintura, escultura, tapeçaria, vídeo e graffiti, num espaço colectivo.
Nomes dos artistas representados: Ana Silva, Francisco Vidal, Gustavo Sumpta, Luisa Low Pew, Paulo Kussy, Sílvia Moreira, Osvaldo da Fonseca, Verónica Leite de Castro.
Um painel de discussão com os artistas intervenientes na exposição, e ainda Angela Ferreira, Inês Dias, Roger Meintjes, e screening do Prof. Fernandes Dias, terá lugar dia 24 de Setembro às 16h00, no Jardim de Inverno do Teatro São Luíz.
Aqui fica, desde já, o meu agradecimento aos artistas, à Angela Ferreira, Inês Dias, Roger Meintjes, e em especial ao Prof. Fernandes Dias.
Victor Pinto da Fonseca”
Sábado, Setembro 17, 2005
Encontro de Culturas: OEIRAS
17 Setembro: FESTA AFRICANA, Auditório Municipal Ruy de Carvalho, Centro Cívico de Carnaxide
Tertúlia: 16h
Inauguração da Exposição de Fotografia de António Júlio Duarte “Festa Africana” – 18h
Concerto de Celina Pereira – 18h30
Refeição Típica – 20h30
Concerto de Tito Paris – 21h30
Entrada Livre, limitada à lotação do auditório
CICLO DE CINEMA (14 a 20 setembro)
Auditório Municipal Eunice Munoz, Rua Mestre de Aviz, Oeiras
EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIAS (GRANDE DESTAQUE PARA STP) – 13 a 18 de Setembro, OLHANDO ÁFRICA de Saúl de Carvalho, Oeiras Parque das 10h às 24h (VISITEI-A HOJE E POSSO GARANTIR QUE VALE A PENA)
13 a 30 de Setembro – VISTA PARCIAL, Exposição de Artistas Africanos, Galeria Municipal Lagar de Azeite, Oeiras, 3ª feira a domingo das 14 às 19h
Sexta-feira, Agosto 26, 2005
Poesia de Conceição Lima em espanhol
A poesia da jornalista (BBC) e escritora santomense Conceição Lima encontra-se traduzida em espanhol na
Revista colombiana "Alquitrave”
Segunda-feira, Agosto 22, 2005
Escritores santomenses premiados
O “Grande Prémio Sonangol de Literatura 2005” foi atribuído no passado dia 19 de Agosto, a duas obras de escritores africanos e insulares: uma de um escritor santomense e outra de um caboverdiano. A obra premiada do escritor santomense, Malé Madeçu, foi “Retalhos do Massacre de Batepá” e a do Caboverdiano, Fidalgo Preto, “Baban, o Ladino”.
O júri foi presidido pelo escritor caboverdiano Corsino Fortes e era constituído pelos angolanos Marisa Costa, Cornélio Caley (meu querido colega e amigo) e Jorge Macedo. Foi ainda atribuída a menção honrosa à obra "Levélengué - as gravuras de Gabriela", da escritora santomense Natasha Lueje.
O Grande Prémio Sonangol de Literatura 2005 está avaliado em 25 mil dólares e, a partir deste ano, passa a realizar-se de cinco em cinco anos, mas a menção honrosa, que no futuro só será atribuída a escritores angolanos, terá uma periodicidade anual.
São Tomé está de parabéns, bem como a sua cultura e os seus escritores. Aguardemos que estas obras sejam divulgadas também em Portugal.
Um abraço,
Brígida
Domingo, Agosto 07, 2005
Galeria de Exposições do Centro Cultural Luso-Moçambique
CULTURA ÁFRICA PORTUGAL MOÇAMBIQUE Cultura: Artistas africanos têm galeria em Lisboa para divulgar a sua arte
Manuela Ferreira, da Agência Lusa
Lisboa, 07 (Lusa) - Artistas africanos menos conhecidos pelos portugueses têm agora, em Lisboa, uma galeria que mostra alguns dos seus melhores trabalhos, sejam eles do ceramista Heitor Pais, do pintor José Pádua, ambos moçambicanos, ou do escultor angolano Magina.
Com pouco mais de seis meses de funcionamento, a Galeria de Exposições do Centro Cultural Luso-Moçambicano, na Loja 43 do Centro Comercial Apolo 70, promoveu já em vários pontos de Portugal seis exposições, a última das quais está patente, até ao final de Agosto, em Vila do Conde.
Nesta última exposição, que assinala o 30º aniversário da independência de Moçambique, estão expostos trabalhos de vários pintores moçambicanos com maior ou menor experiência - Butcheca, Saranga, José Pádua, Gumatsy, Quehá e Lívio de Morais.
O Centro Cultural Moçambicano criado em finais do ano passado agrega um leque variado de individualidades africanas, para além de artistas. Os antigos futebolistas Mário Wilson e Eusébio são alguns dos seus patrocinadores mais entusiastas.
O presidente, Lívio de Morais, um pintor moçambicano a residir em Portugal há 26 anos, explicou à Agência Lusa que "o objectivo e a razão de ser" do Centro Cultural é "a divulgação da cultura moçambicana e africana na Europa, através de Portugal, privilegiando a língua portuguesa".
Por razões históricas, não teria sentido o Centro Cultural Moçambicano nascer e ter sede noutro país europeu¯, comenta o pintor, acrescentando que o objectivo é também aproximar cada vez mais as culturas, "ao encontro da nova mentalidade universal do Conhecimento, Convivência, Tolerância e Paz Mundial".
Com 235 sócios, o centro visa actuar em diversas áreas para além da Cultura, com realce para a área social, onde e acompanham já cidadãos moçambicanos com menores recursos, mesmo quando hospitalizados ou presos.
O associativismo é por natureza o meio de pensar, decidir e viver comum¯, salienta Lívio de Morais, explicando que entre os objectivos do centro está também o acompanhamento jurídico para garantia e defesa dos direitos sociais e humanos dos moçambicanos em Portugal.
As crianças, as mulheres e os estudantes universitários moçambicanos em Portugal merecem atenção particular deste Centro Cultural, que também pretende actuar na área de formação, prevendo-se o início de cursos de informática para Setembro.
A Gastronomia, o Desporto e a Saúde são outros sectores em que o Centro Cultural Moçambicano pretende desenvolver acções de dinamização.
A literatura africana, considerada como uma componente indispensável para a divulgação da língua africana e meio indispensável da cultura africana na Europa, merece também o interesse do Centro que pretende, nomeadamente, editar jovens escritores.
Contamos com o pouco que nos derem, nem que seja uma carta com umas palavras de encorajamento, diz Lívio de Morais, adiantando que qualquer oferta é bem vinda, quer se trate de livros, cadeiras, mesas ou pequenos donativos financeiros.
Enquanto sonham com uma sede em que possam ter uma biblioteca, dar apoio aos sócios e realizar acções de formação, foram dados passos decisivos com a abertura da Galeria de Exposições.
O português Paulo Ossião, o cabo-verdiano David Levy Lima, a guineense Manuela Jardim são alguns dos artistas integrados no projecto.
Neste momento, a Galeria tem em exposição obras de Malagatana, Lívio de Morais, Magina e Heitor Pais, que podem ser adquiridas por valores que oscilam entre algumas centenas de euros e os 1.400.
Sexta-feira, Julho 29, 2005
Terça-feira, Junho 28, 2005
Almada Negreiros - "A Flor"
“Pede-se a uma criança: Desenhe uma flor! Dá-se-lhe papel e lápis. A criança vai sentar-se no outro canto da sala onde não há mais ninguém. Passado algum tempo o papel está cheio de linhas. Umas numa direcção, outras noutras; umas mais carregadas, outras mais leves; umas mais fáceis, outras mais custosas. A criança quis tanta força em certas linhas que o papel quase não resistiu.
Outras eram tão delicadas que apenas o peso do lápis já era demais.
Depois a criança vem mostrar essas linhas às pessoas: Uma flor!
Contudo, a palavra flor andou por dentro da criança, da cabeça para o coração e do coração para a cabeça, à procura das linhas com que se faz uma flor, e a criança pôs no papel algumas dessas linhas, ou todas. Talvez as tivesse posto fora dos seus lugares, mas, são aquelas as linhas com que Deus faz uma flor!”
in Antologia de Poesia Portuguesa, Volume II, pg 1616
Segunda-feira, Junho 27, 2005
Livraria Barata - Descontos
Grande Festa do livro na Barata
Pela primeira vez as Livrarias Barata vão organizar a partir do dia 18 de Junho, uma grande festa de descontos em TODOS OS LIVROS.
É só procurar a data da etiqueta da Barata que se encontra colada no livro e verificar o desconto correspondente, sendo que, se a data for:
| anterior a 2000 - o desconto será de 50% |
| entre 2000 e 2001 - o desconto será de 30% |
| entre 2002 e 2003 - o desconto será de 20% |
| entre 2004 e 2005 - o desconto será de 10% |
É uma oportunidade única abrangendo todos os livros, desde o Infantil ao Romance, passando pelo Livro Técnico ou o Livro de Arte.
Barata avenida de roma * Barata campo de ourique * Barata técnica [IST] * Barata agronomia [ISA] * Barata técnica [FCT] * Barata évora [UE]
Quinta-feira, Junho 23, 2005
Aíto Bonfim
Loucura Suave
Amor
Amor à vida
Ao belo artístico do trabalho
Agrícola
Amor
Amor ao corpo de guerreiro morto pela
África
À paz vitoriosa
Amor
Amor na alegria e prazeres tam-tam
Na harmonia do corpo suado
Amor nos sorrisos electrizantes duma
Linda somali
Nos olhares sedutores duma tchadiana
Escaldante
Amor
Amor na elegância sensual da perna
Duma santomense
Nos dentes brilhantes do dançarino congolês
Por amor
damos a vida
Para que se vingue o amor.
In ”Aspiração” (2002), pg 53
Olinda Beja
Longínqua
Pelas estrias na pela ocre e âmbar
Pelo moer de asas sem rota nem destino
Diríamos uma ave-do-paraíso
Mas a distância na voz
E no olhar
Fazem lembrar uma garça indefesa
Que um dia se perdeu na montanha
In Água Crioula (2002), pg. 27







