quarta-feira, janeiro 25, 2006

I Simpósio em EA dos Países Lusófonos: inscrições

As inscrições encontram-se abertas através do site oficial do V Congresso Ibero-americano de Educação Ambiental: www.5iberoea.org.br ou www.viberoea.org.br

 

 

 


I Simpósio em Educação Ambiental dos Países Lusófonos

 

 

I SIMPÓSIO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL DOS PAÍSES LUSÓFONOS:

Educação Ambiental no mundo das diferenças culturais - temáticas e perspectivas”

V CONGRESSO IBERO-AMERICANO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Joinvile, SC: 5-8 de abril de 2006 (www.5iberoea.org.br.)

“Uma língua é o lugar donde se vê o Mundo e em que se traçam os limites do nosso pensar e sentir. Da minha língua vê-se o mar. Da minha língua ouve-se o seu rumor, como da de outros se ouvirá o da floresta ou o silêncio do deserto”.
Vergílio Ferreira - romancista português

A proposição do simpósio consiste em promover uma mesa-redonda no primeiro dia, com debates específicos no segundo dia e sua finalização em plenária final no terceiro dia. Um fio condutor sobre “sentimentos e pertencimentos dos itinerários de um sonho” conduzirá as discussões nas três temáticas sobre as vivências em pesquisas, organização em redes, os projetos desenvolvidos nos “Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP)”, e as identidades galegas também aqui incluídas. Uma “Carta Lusófona” será elaborada durante o encontro, buscando sistematizar nossas reflexões e proposituras, oferecendo mais uma referência à construção das identidades múltiplas presentes na EA.

05.abril
Facilitação: Joaquim Ramos Pinto (Portugal), Pablo Meira (Galícia) & Michèle Sato (Brasil)

- Sentimentos e pertencimentos - Alberto Vieira da Silva
- Pesquisas em Educação Ambiental nas identidades lusas - Antônio Fernando Guerra
- Vivências em redes de Educação Ambiental nos enraizamentos lusos - Rosemeri Melo e Souza
- Experiência dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa - Brígida Brito
- Experiências em Cabo Verde - Aidil Borges
- Identidades da Rede Lusófona de Educação Ambiental - Marília Torales
- O itinerário de um sonho - Pablo Meira

06.abril 
Constituição de três grupos temáticos sob o fio condutor: “sentimentos e pertencimentos dos itinerários de um sonho”

- Colóquio de pesquisa - Facilitação: Antônio Fernando Guerra
- Vivências em redes - Facilitação: Rosemeri Melo e Souza
- PALOP - Facilitação: Brígida Brito & Aidil Borges

07.abril 
Plenária final, sistematização e Carta Luso-galega de Educação Ambiental
Facilitação: Joaquim Ramos Pinto, Pablo Meira & Michèle Sato
ATIVIDADE CULTURAL: tradições da cultura de vários países com identidade luso-galega.
Facilitação: Liana Justen, Aidil Borges, Liete Alves e Brígida Brito






http://www.viberoea.org.br

 

 

quinta-feira, janeiro 05, 2006

"Rei Amador" homenageado no Arquivo Histórico

Rei amador homenageado

Pela segunda vez em São Tomé e Príncipe foi comemorado o dia 4 de Janeiro, dia abnegado ao Rei Amador e por isso considerado feriado nacional. O acto central das actividades teve lugar no jardim do Arquivo Histórico do país onde foi erguido o novo busto do Rei amador. As comemorações ficaram marcadas ainda pelas várias manifestações culturais. Recorde-se que rei amador foi o chamado “preto” que se levantou com homens da sua cor e se proclamou Rei de todos os são-tomenses, Rei nomeado absoluto com poder de dar liberdade a todos os cativos.

Fonte: Tela Nón

 

 

Homenagem ao herói nacional

São Tomé inaugura busto em honra do Rei Amador

2006-01-04 16:50:51

São Tomé - No jardim do Arquivo Histórico de São Tomé em Príncipe foi erguido e inaugurado esta quarta-feira, no dia em que se assinala o feriado alusivo à morte de Rei Amador, um busto do lendário lutador angular que liderou uma das mais conhecidas revoltas e se autoproclamou Rei do arquipélago em Julho de 1595.

Nesta cerimónia estiveram presentes membros do Governo são-tomense e a presidente da União Nacional dos Escritores de São Tomé e Príncipe (UNEAS), Alda do Espírito Santos, entre outros convidados.
No acto, o ministro da Educação, Cultura, Juventude e Desporto do arquipélago, Jorge Bom Jesus, enalteceu a preservação do património cultural. «A Nação em uníssono entoa o cântico de louvar a memória do Rei Amador, figura de proa do nacionalismo são-tomense e herói da resistência colonial», sublinhou.
«Como manifesta a vontade do Governo em preservar e divulgar os nossos valores culturais, reconhecendo o papel catalisador da cultura, no processo de coesão nacional, reforço da santomensidade, na promoção do turismo e no desenvolvimento sustentável deste santo arquipélago, o património de um país por essência a sua identidade cultural, seja ele grande ou pequeno, majestoso ou simples, material ou imaterial, merece conservação por possuir um alto significado para toda a gerações futuras», acrescentou o governante.
Jorge Bom Jesus recordou ainda o discurso do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Kofi Annan, em 2004, ano internacional da comemoração da luta contra a escravatura e a sua abolição, onde afirmava «nenhum ser humano é propriedade do outro».
«A nossa preocupação é salvar vestígios do passado, resgatar a nossa história colectiva e devolvê-la à posteridade», declarou o ministro da Educação.
«Devemos reconhecer algum défice de informação que ainda ensombra a mítica figura de Amador e sua geração, não obstante o leque de estudos já realizados, daí que se torna necessário investir num centro de pesquisa e transformar o Instituto Superior Politécnico (ISP) num embrião de investigação cientifica, dotando-o de meios financeiros, equipamentos e quadros», defendeu ainda Jorge Bom Jesus.
Para o governante, a melhor homenagem que pode ser prestada ao «ícone da longa luta de resistência» do povo são-tomense e «grande combatente da liberdade» é «arregaçar as mangas» e «enterrar as desavenças, assumindo um compromisso colectivo e patriótico de defender os interesses nacionais e transformar São Tomé e Príncipe num canto do mundo onde todos os seus filhos possam desfrutar do bem-estar».
O dia 4 de Janeiro foi institucionalizado pela Assembleia são-tomense como feriado nacional em 2004. A iniciativa partiu do escritor e deputado Albertino Bragança.
Inácio Amorim

(c) PNN Portuguese News Network

Fonte: Jornal.st

 

 

sábado, dezembro 03, 2005

Entrevista João Carlos Silva no Público

João Carlos Silva é um santomense que se denomina de "desassossegador", um "cozinhador" de receitas e de sonhos. Este é um homem idealista e sonhador que tem conseguido realizar sonhos, tendo em mira um ideal: a criação de novas oportunidades, a realização o envolvimento comunitário e a preservação ambiental, mesmo que ao ritmo "leve-leve", porque muitas vezes correr não nos leva mais longe.

Ler a entrevista ajuda a conhecer o que está por trás da imagem que nos habituámos a ver no programa "Na Roça com os Tachos".

No Jornal Público de dia 3 de Dezembro de 2005, Revista XIS Ideias para pensar, 337, pg. 26/27

quinta-feira, novembro 24, 2005

Fotografias de Carol Sky

Fotografias de STP na perspectiva de Carol Sky.

Semana de São Tomé e Príncipe em Lisboa

Com o apoio da RDPÁfrica e do Centro Nacional de Cultura: actividades culturais várias entre as quais documentários, debates,

Por ocasião do lançamento do livro, com sessão de autógrafos, "Na Roça com os Tachos" da autoria de João Carlos Silva, tem lugar até dia 25 de Novembro um conjunto de actividades culturais (documentários, debates, mostras de arte) na Galeria Fernando Pessoa do Centro Nacional de Cultura no Chiado em Lisboa. No dia 25 – Sexta-feira - pelas 18h30:

-Apresentação da IV Bienal de Arte e Cultura de São Tomé e Príncipe que terá lugar em S.Tomé em 2OO6;

-Apresentação do video "Uma Bienal em Construção"

PRIMEIRA MOSTRA DE CINEMA AFRICANO

No âmbito da primeira Mostra de Cinema Africano, realizam-se no Museu da Cidade, nos dias 24, 25 e 26, sessões cinematográficas que visam transmitir elementos relacionados com a antropologia visual. Assim, são apresentados quatro filmes, películas de investigação seguidas de debate e uma mesa redonda sobre O lugar da imagem na preservação da memória africana, com a participação de gente do cinema e de investigadores das problemáticas africanas.

PROGRAMAÇÃO:

Dia 24 - Quinta-Feira, 21h30m

Angola
Nelisita
de Ruy Duarte de Carvalho (1982, 90min, Fic.).

Dia 25 - Sexta-Feira

18h30m - Cabo Verde - O Percurso de Cabo Verde de Guenny K. Pires (2004, 83min, Doc.)

21h30m - Filmes do Instituto de Investigação Científico e Tropical:
Entre os Bosquímanos de Angola,
de António de Almeida (1952, 28min., Doc.) Sinopse: Actividades quotidianas de um grupo de bosquímanos de Angola.

Missão Antropobiológica de Angola: de Equipa da Missão Antropobiológica de Angola do IICT (40/50, 30min., Doc.)

Actividades da Missão Antropobiológica de Angola Sinopse: A equipa de antropobiólogos realiza trabalho de campo recolhendo dados antropométricos e fisiológicos com destaque para as colheitas de sangue entre os bosquímanos de Angola.

Sem Título Sinopse 2: O modo como algumas actividades quotidianas executadas por mulheres foram filmadas revela um enorme rigor em documentar técnicas e saberes de etnografia das populações angolanas.

Bosquímanos - Danças e Músicas Sinopse 3: Sempre acompanhados pelos ritmos que marcam com palmas e com os pés no chão, podemos ver os bosquímanos executando dança que denotam ora a simulação de lutas, ora a indução de estados alterados de consciência. Envolvendo a participação do grupo, todos estes momentos coreográficos transmitem uma forte ideia de coesão social.

Debate

Dia 26 – Sábado, 15h

Mesa Redonda
Título:
O lugar da imagem na preservação da memória africana
Moderação
: Rui Leal - MCA
Convidados:
Isabel Castro Henriques, Margarida Cardoso, Clara Carvalho, José Henrique Caldeira, Teresa Albino – IICT, Ângela Luzia - Museu da Cidade

18h30m

Moçambique
No Coração da Imagem uma Carta de Moçambique de Sol Carvalho (1988, 27min., Doc.)
Portugal
Kuxa Kanema, o nascimento do cinema
de Margarida Cardoso (2003, 52min, Doc.)

Museu da Cidade, Praça João Raimundo - Cova da Piedade - 2800 Almada, Tel.: 21 273 40 30 E-mail: museu.cidade@cma.m-almada.pt

quarta-feira, novembro 23, 2005

Dicionário temático da Lusofonia

Foi lançado esta tarde na Sociedade de Geografia em Lisboa o DICIONÁRIO TEMÁTICO DA LUSOFONIA, publicado pela Texto Editores e dirigido pela Associação de Cultura Lusófona, co-elaborada por cerca de 358 especialistas dos vários países lusófonos. Está organizada num único volume, com cerca de mil páginas, com um carácter enciclopédico e reúne informação sobre os mais variados assuntos referentes aos oito países e regiões da Lusofonia: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
São temas abordados: os conceitos linguísticos, as línguas faladas, a História, a Geografia, a Economia, a Arte, a Literatura, as Instituições, as Religiões, os Usos e Costumes, facultando outro tipo de informações e curiosidades acerca do quotidiano e da cultura dos oitos países que se encontram unidos através da língua portuguesa, sendo esta a sua língua materna, segunda, ou oficial.

Fonte: Fórum DC

sábado, novembro 19, 2005

Foi hoje e foi um sucesso!

Hoje, tal como previsto, foi o lançamento do livro do João Carlos Silva, na FNAC do Chiado. Sala cheia, ou melhor muito bem aconchegada, de tal forma que o calor fez-se sentir, fazendo lembrar as ilhas. Muitas caras conhecidas e sempre sorridentes. Foi bom revê-las. Muitas pessoas desconhecidas e simpáticas, com as quais foi fácil conversar desde logo, ou o tema que nos unia não passasse pelas ilhas maravilhosas e por tanta coisa deslumbrante que têm.

Foi bom ouvir o João Carlos explicar o porquê do livro e apresentar novas ideias. Foi mesmo muito bom perceber que, em qualquer lado do Mundo, há pessoas que continuam a sonhar, que têm projectos e que tudo fazem para os pôr em prática. E não se trata apenas de uma pessoa ou duas. Há muitas assim, felizmente! E foi magnífico ouvir o Nezó cantar, e sentir o corpo remexer na cadeira, e olhar para o lado e ver que muita gente se mexia também. E foi melhor perceber que vão decorrer, uma vez mais, actividades com artistas santomenses de divulgação cultural no Centro Nacional de Cultura.

É motivo para dizer, bem ao jeito do “cozinhador de sonhos e de sabores”: “lindo lindo lindo”. Trabalho magnífico em que estão todos de parabéns: o João Carlos, o Kalú Mendes, a Adriana Freire, o “pai da ideia” Ricardo Mota, a Oficina do Livro que deu forma a este magnífico livro. Ficamos a aguardar o 2º volume com novas receitas e novas imagens.

É motivo para dizer, nas palavras de António Gedeão, na “Pedra Filosofal”: “(...)sempre que um homem sonha, o mundo pula e avança como bola colorida entre as mãos de uma criança”. Este é um bom exemplo disso!

segunda-feira, novembro 14, 2005

Lançamento do livro "Na Roça com os Tachos"


O João Carlos e a Adriana estão de parabéns. Mais um projecto bem sucedido. E eu serei uma das presente no dia 18, para assistir ao lançamento e receber o autógrafo deste Amigo. Parabéns João Carlos!

Hoje tive o meu primeiro contacto com o livro e está verdadeiramente fantástico. Traduz muitíssimo bem a relação entre a gastronomia, a poesia, o programa da rtpáfrica e o trabalho fotográfico. Muito melhor do que eu imaginei. Superou todas as minhas expectativas! É uma obra muito bem estruturada e cujo produto final resultou muito bem.

Apesar de ser uma adepta da Internet e dos sites, que facilitam muito a vida do dia a dia, as pesquisas e os contactos, continuo a preferir este tipo de trabalhos em papel. Sinceramente estou encantada! É certamente uma excelente prenda de Natal.

LANÇAMENTO DO LIVRO DE JOÃO CARLOS SILVA “NA ROÇA COM OS TACHOS”, NA SEQUÊNCIA DO PROGRAMA DA RTPÁFRICA: RECEITAS DO JOÃO CARLOS COM FOTOGRAFIA DE ADRIANA FREIRE.


DIA 18 DE NOVEMBRO, PELAS 18H30, FNAC DO CHIADO EM LISBOA
"Na Roça com os Tachos" é uma viagem ao interior de uma cozinha ancestral, despertando no leitor o desejo de redescobrir o mundo exótico de São Tomé e Príncipe.
À VENDA A PARTIR DE 10 DE NOVEMBRO.
Na Roça com os Tachos (168 pg.; PVP - 18 euros; ISBN 989-555-151-7): Em 160 páginas de um colorido imenso e um apetite intenso, este livro apresenta uma selecção das melhores receitas do programa de televisão homónimo, Na Roça com os Tachos. São receitas simples, baseadas na gastronomia popular e com um cheirinho a referências culturais, quer de S. Tomé e Príncipe, quer de outras antigas colónias portuguesas. Dividido em 4 capítulos (entradas, carnes, peixes e sobremesas), Na Roça com os Tachos é uma viagem ao interior de uma cozinha ancestral, despertando no leitor o desejo de redescobrir o mundo exótico deixado pelos portugueses. A capacidade comunicativa de João Carlos Silva (apresentador/"cozinhador"/escritor) e a qualidade das fotografias da Adriana Freire apuram o apetite pelo faro.
João Carlos Silva nasceu em Angolares, S. Tomé em 1956. Estudou em S. Tomé, Angola e Portugal, onde frequentou a Faculdade de Direito de Coimbra. Exerceu jornalismo, tendo, como artista plástico, iniciado as suas actividades em Lisboa. Fundou O CIAC e o Espaço Teia d'Arte (artes plásticas, teatro, dança, debates, oficina de letras, ateliers infantis, cine-clube) em S.Tomé. Participou em várias exposições colectivas de artes plásticas em S. Tomé e no estrangeiro. Dirige o Projecto Integrado de Desenvolvimento da Roça S. João (agricultura, pecuária, educação não-formal, ambiente, património, cultura e turismo) e é o coordenador da Bienal de Arte e Cultura de S. Tomé e Príncipe. Apresenta o programa de televisão Na Roça com os Tachos da RTP África.
ADRIANA FREIRE iniciou a sua carreira artística em 1990. Fundadora da Associação Maumaus, participou em diversas exposições individuais e colectivas. Elegeu a gastronomia como uma das áreas de trabalho preferenciais, tendo publicado inúmeros trabalhos em jornais e revistas da especialidade. É autora dos livros Olivais: retrato de um bairro, Romarias e Romeiros e S. Paulo e co-autora de A Minha Cozinha e Dieta [à minha maneira].

segunda-feira, outubro 31, 2005

Artistas plásticos de São Tomé

Um pintor de Anno Bon (Guiné Equatorial) radicado em Barcelona procura contactos, fotografias ou sites de artistas plásticos de STP para intercâmbio de experiências e eventual trabalho conjunto. O site dele é: http://es.geocities.com/ghuty_mamae

Chama-se GHUTY MAMAE e o e-mail dele é: ghuty_mamae@yahoo.es

Se tiverem indicações escrevam directamente para o e-mail do Ghuty, por favor.

sábado, outubro 01, 2005

Aguarela de Francisco Gomes de Amorim


Aguarela de Francisco Gomes de Amorim : o Forte de STP, uma imagem fantástica da Igreja do Bom Despacho, do que é hoje a alfândega e da Praia PM. Uma imagem de quem tem África no coração: "A vivência em África é coisa que não esquece, como aliás quase todos os lá viveram. Os que foram capazes de "viver África". E muitos foram."

quarta-feira, setembro 21, 2005

Exposição: TRAVEL

Hoje recebi um mail com o conteúdo que segue. ~

 

“Inauguração: 23 Setembro 2005 às 22h00

Localização: Rua da Boavista, 84 - 3º andar, Lisboa

Horário: 3ª a Sábado das 14h - 19h30

A exposição será acompanhada por uma revista, publicada por "Aprender a Olhar"

23 de Setembro | 22h00 | PLATAFORMA REVÓLVER | Travel - Exposição colectiva de Ana Silva, Gustavo Sumpta, Luisa Low Pew, Paulo Kussy, Sílvia Moreira, Osvaldo da Fonseca, Francisco Vidal e Verónica Leite de Castro: expõe trabalhos de uma nova geração de artistas que partilham como factor comum -um contexto humano- serem pessoas muito diferentes mas todas ligadas intimamente a África e Portugal, e às suas relações, o que outorga unidade à selecção: A exposição inclui trabalhos de pintura, escultura, tapeçaria e vídeo de 8 artistas contemporâneos.

Encontro de Artistas Plásticos | 24 Setembro | 16H00

Teatro S. Luiz ? Jardim de Inverno

1 Rua António Maria Cardoso, 54 (Lisboa, Chiado)

Encontro organizado em conjunto com a Plataforma Revólver, moderado pelo Prof. Fernandes Dias, professor na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e coordenador científico do projecto ArtAfrica, do serviço de Belas Artes da Fundação Calouste Gulbenkian. Contará com a participação de Angela Ferreira, Roger Meintjes, Inês Costa Dias e dos artistas plásticos intervenientes.

PRESS RELEASE

A exposição "TRAVEL", é apresentada pela PLATAFORMA REVÓLVER, e é integrada no África Festival 2005. Expõe trabalhos de uma nova geração de artistas que partilham como factor comum -um contexto humano- serem pessoas muito diferentes, mas todas ligadas, intimamente a África e Portugal, e ás suas relações, o que outorga unidade à selecção: A exposição inclui 8 artistas contemporâneos, cujo trabalho responde, à sua experiência de viajarem e viverem entre culturas, e que reflecte, outras visões e narrativas do mundo em que vivemos. Tendo como ponto de partida este lastro, a exposição funcionará como um laboratório -haverá debates teóricos e visitas guiadas- que oferece a oportunidade, de desenvolver, e relacionar, trabalhos de vários artistas de vários backgroundes culturais, e delineia a observação da intersecção de diferentes formas de criatividade e praticas artísticas.

"Em primeiro lugar, há o problema do começo; principalmente, o de sabermos como é que passamos de onde estamos, o que, por enquanto, é em um sítio nenhum, para o outro lado. É, pura e simplesmente, um problema de ponte, um problema de se improvisar uma ponte. As pessoas resolvem estes problemas todos os dias. Resolvem-nos e , uma vez resolvidos, avançam.

Partamos do princípio de que, fosse como fosse, está feito. Partamos do princípio de que a ponte está construída e atravessada, que podemos esquecer isso. Deixámos para trás o território onde estávamos. Estamos agora bem longe, no território onde queremos estar." J.M.Coetzee

Neste contexto, de expressão pessoal e de identidade cultural, o desafio da concepção e apresentação da exposição, é torná-la compreensiva, com o objectivo de criar uma declaração (relato) pertinente a respeito do valor cultural do universo lusófono da cultura contemporânea: é um "olhar de pássaro" sobre a riqueza da multiplicidade das relações artísticas entre artistas diferentes, mas sem uma preocupação de discurso teórico, antes preferindo dar liberdade à força da imagem, e ao estimulo que ela produz no espectador.

A exposição "Travel" apresenta vários trabalhos, numa aproximação de site-specific, e que vão desde pintura, escultura, tapeçaria, vídeo e graffiti, num espaço colectivo.

Nomes dos artistas representados: Ana Silva, Francisco Vidal, Gustavo Sumpta, Luisa Low Pew, Paulo Kussy, Sílvia Moreira, Osvaldo da Fonseca, Verónica Leite de Castro.

Um painel de discussão com os artistas intervenientes na exposição, e ainda Angela Ferreira, Inês Dias, Roger Meintjes, e screening do Prof. Fernandes Dias, terá lugar dia 24 de Setembro às 16h00, no Jardim de Inverno do Teatro São Luíz.

Aqui fica, desde já, o meu agradecimento aos artistas, à Angela Ferreira, Inês Dias, Roger Meintjes, e em especial ao Prof. Fernandes Dias.

Victor Pinto da Fonseca”

 

sábado, setembro 17, 2005

Encontro de Culturas: OEIRAS

17 Setembro: FESTA AFRICANA, Auditório Municipal Ruy de Carvalho, Centro Cívico de Carnaxide

Tertúlia: 16h

Inauguração da Exposição de Fotografia de António Júlio Duarte “Festa Africana” – 18h

Concerto de Celina Pereira – 18h30

Refeição Típica – 20h30

Concerto de Tito Paris – 21h30

Entrada Livre, limitada à lotação do auditório

CICLO DE CINEMA (14 a 20 setembro)

Auditório Municipal Eunice Munoz, Rua Mestre de Aviz, Oeiras

EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIAS (GRANDE DESTAQUE PARA STP) – 13 a 18 de Setembro, OLHANDO ÁFRICA de Saúl de Carvalho, Oeiras Parque das 10h às 24h (VISITEI-A HOJE E POSSO GARANTIR QUE VALE A PENA)

13 a 30 de Setembro – VISTA PARCIAL, Exposição de Artistas Africanos, Galeria Municipal Lagar de Azeite, Oeiras, 3ª feira a domingo das 14 às 19h

sexta-feira, agosto 26, 2005

Poesia de Conceição Lima em espanhol

A poesia da jornalista (BBC) e escritora santomense Conceição Lima encontra-se traduzida em espanhol na
Revista colombiana "Alquitrave



segunda-feira, agosto 22, 2005

Escritores santomenses premiados

O “Grande Prémio Sonangol de Literatura 2005” foi atribuído no passado dia 19 de Agosto, a duas obras de escritores africanos e insulares: uma de um escritor santomense e outra de um caboverdiano. A obra premiada do escritor santomense, Malé Madeçu, foi “Retalhos do Massacre de Batepá” e a do Caboverdiano, Fidalgo Preto, “Baban, o Ladino”.

O júri foi presidido pelo escritor caboverdiano Corsino Fortes e era constituído pelos angolanos Marisa Costa, Cornélio Caley (meu querido  colega e amigo) e Jorge Macedo. Foi ainda atribuída a menção honrosa à obra "Levélengué - as gravuras de Gabriela", da escritora santomense Natasha Lueje.

O Grande Prémio Sonangol de Literatura 2005 está avaliado em 25 mil dólares e, a partir deste ano, passa a realizar-se de cinco em cinco anos, mas a menção honrosa, que no futuro só será atribuída a escritores angolanos, terá uma periodicidade anual.

São Tomé está de parabéns, bem como a sua cultura e os seus escritores. Aguardemos que estas obras sejam divulgadas também em Portugal.

 

Um abraço,

Brígida

domingo, agosto 07, 2005

Galeria de Exposições do Centro Cultural Luso-Moçambique

 

CULTURA ÁFRICA PORTUGAL MOÇAMBIQUE Cultura: Artistas africanos têm galeria em Lisboa para divulgar a sua arte
Manuela Ferreira, da Agência Lusa
Lisboa, 07 (Lusa) - Artistas africanos menos conhecidos pelos portugueses têm agora, em Lisboa, uma galeria que mostra alguns dos seus melhores trabalhos, sejam eles do ceramista Heitor Pais, do pintor José Pádua, ambos moçambicanos, ou do escultor angolano Magina.
Com pouco mais de seis meses de funcionamento, a Galeria de Exposições do Centro Cultural Luso-Moçambicano, na Loja 43 do Centro Comercial Apolo 70, promoveu já em vários pontos de Portugal seis exposições, a última das quais está patente, até ao final de Agosto, em Vila do Conde.
Nesta última exposição, que assinala o 30º aniversário da independência de Moçambique, estão expostos trabalhos de vários pintores moçambicanos com maior ou menor experiência - Butcheca, Saranga, José Pádua, Gumatsy, Quehá e Lívio de Morais.
O Centro Cultural Moçambicano criado em finais do ano passado agrega um leque variado de individualidades africanas, para além de artistas. Os antigos futebolistas Mário Wilson e Eusébio são alguns dos seus patrocinadores mais entusiastas.
O presidente, Lívio de Morais, um pintor moçambicano a residir em Portugal há 26 anos, explicou à Agência Lusa que "o objectivo e a razão de ser" do Centro Cultural é "a divulgação da cultura moçambicana e africana na Europa, através de Portugal, privilegiando a língua portuguesa".
Por razões históricas, não teria sentido o Centro Cultural Moçambicano nascer e ter sede noutro país europeu¯, comenta o pintor, acrescentando que o objectivo é também aproximar cada vez mais as culturas, "ao encontro da nova mentalidade universal do Conhecimento, Convivência, Tolerância e Paz Mundial".
Com 235 sócios, o centro visa actuar em diversas áreas para além da Cultura, com realce para a área social, onde  e acompanham já cidadãos moçambicanos com menores recursos, mesmo quando hospitalizados ou presos.
O associativismo é por natureza o meio de pensar, decidir e viver comum¯, salienta Lívio de Morais, explicando que entre os objectivos do centro está também o acompanhamento jurídico para garantia e defesa dos direitos sociais e humanos dos moçambicanos em Portugal.
As crianças, as mulheres e os estudantes universitários moçambicanos em Portugal merecem atenção particular deste Centro Cultural, que também pretende actuar na área de formação, prevendo-se o início de cursos de informática para Setembro.
A Gastronomia, o Desporto e a Saúde são outros sectores em que o Centro Cultural Moçambicano pretende desenvolver acções de dinamização.
A literatura africana, considerada como uma componente indispensável para a divulgação da língua africana e meio indispensável da cultura africana na Europa, merece também o interesse do Centro que pretende, nomeadamente, editar jovens escritores.
Contamos com o pouco que nos derem, nem que seja uma carta com umas palavras de encorajamento, diz Lívio de Morais, adiantando que qualquer oferta é bem vinda, quer se trate de livros, cadeiras, mesas ou pequenos donativos financeiros.
Enquanto sonham com uma sede em que possam ter uma biblioteca, dar apoio aos sócios e realizar acções de formação, foram dados passos decisivos com a abertura da Galeria de Exposições.
O português Paulo Ossião, o cabo-verdiano David Levy Lima, a guineense Manuela Jardim são alguns dos artistas integrados no projecto.
Neste momento, a Galeria tem em exposição obras de Malagatana, Lívio de Morais, Magina e Heitor Pais, que podem ser adquiridas por valores que oscilam entre algumas centenas de euros e os 1.400.