quarta-feira, setembro 21, 2005

Exposição: TRAVEL

Hoje recebi um mail com o conteúdo que segue. ~

 

“Inauguração: 23 Setembro 2005 às 22h00

Localização: Rua da Boavista, 84 - 3º andar, Lisboa

Horário: 3ª a Sábado das 14h - 19h30

A exposição será acompanhada por uma revista, publicada por "Aprender a Olhar"

23 de Setembro | 22h00 | PLATAFORMA REVÓLVER | Travel - Exposição colectiva de Ana Silva, Gustavo Sumpta, Luisa Low Pew, Paulo Kussy, Sílvia Moreira, Osvaldo da Fonseca, Francisco Vidal e Verónica Leite de Castro: expõe trabalhos de uma nova geração de artistas que partilham como factor comum -um contexto humano- serem pessoas muito diferentes mas todas ligadas intimamente a África e Portugal, e às suas relações, o que outorga unidade à selecção: A exposição inclui trabalhos de pintura, escultura, tapeçaria e vídeo de 8 artistas contemporâneos.

Encontro de Artistas Plásticos | 24 Setembro | 16H00

Teatro S. Luiz ? Jardim de Inverno

1 Rua António Maria Cardoso, 54 (Lisboa, Chiado)

Encontro organizado em conjunto com a Plataforma Revólver, moderado pelo Prof. Fernandes Dias, professor na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e coordenador científico do projecto ArtAfrica, do serviço de Belas Artes da Fundação Calouste Gulbenkian. Contará com a participação de Angela Ferreira, Roger Meintjes, Inês Costa Dias e dos artistas plásticos intervenientes.

PRESS RELEASE

A exposição "TRAVEL", é apresentada pela PLATAFORMA REVÓLVER, e é integrada no África Festival 2005. Expõe trabalhos de uma nova geração de artistas que partilham como factor comum -um contexto humano- serem pessoas muito diferentes, mas todas ligadas, intimamente a África e Portugal, e ás suas relações, o que outorga unidade à selecção: A exposição inclui 8 artistas contemporâneos, cujo trabalho responde, à sua experiência de viajarem e viverem entre culturas, e que reflecte, outras visões e narrativas do mundo em que vivemos. Tendo como ponto de partida este lastro, a exposição funcionará como um laboratório -haverá debates teóricos e visitas guiadas- que oferece a oportunidade, de desenvolver, e relacionar, trabalhos de vários artistas de vários backgroundes culturais, e delineia a observação da intersecção de diferentes formas de criatividade e praticas artísticas.

"Em primeiro lugar, há o problema do começo; principalmente, o de sabermos como é que passamos de onde estamos, o que, por enquanto, é em um sítio nenhum, para o outro lado. É, pura e simplesmente, um problema de ponte, um problema de se improvisar uma ponte. As pessoas resolvem estes problemas todos os dias. Resolvem-nos e , uma vez resolvidos, avançam.

Partamos do princípio de que, fosse como fosse, está feito. Partamos do princípio de que a ponte está construída e atravessada, que podemos esquecer isso. Deixámos para trás o território onde estávamos. Estamos agora bem longe, no território onde queremos estar." J.M.Coetzee

Neste contexto, de expressão pessoal e de identidade cultural, o desafio da concepção e apresentação da exposição, é torná-la compreensiva, com o objectivo de criar uma declaração (relato) pertinente a respeito do valor cultural do universo lusófono da cultura contemporânea: é um "olhar de pássaro" sobre a riqueza da multiplicidade das relações artísticas entre artistas diferentes, mas sem uma preocupação de discurso teórico, antes preferindo dar liberdade à força da imagem, e ao estimulo que ela produz no espectador.

A exposição "Travel" apresenta vários trabalhos, numa aproximação de site-specific, e que vão desde pintura, escultura, tapeçaria, vídeo e graffiti, num espaço colectivo.

Nomes dos artistas representados: Ana Silva, Francisco Vidal, Gustavo Sumpta, Luisa Low Pew, Paulo Kussy, Sílvia Moreira, Osvaldo da Fonseca, Verónica Leite de Castro.

Um painel de discussão com os artistas intervenientes na exposição, e ainda Angela Ferreira, Inês Dias, Roger Meintjes, e screening do Prof. Fernandes Dias, terá lugar dia 24 de Setembro às 16h00, no Jardim de Inverno do Teatro São Luíz.

Aqui fica, desde já, o meu agradecimento aos artistas, à Angela Ferreira, Inês Dias, Roger Meintjes, e em especial ao Prof. Fernandes Dias.

Victor Pinto da Fonseca”

 

sábado, setembro 17, 2005

Encontro de Culturas: OEIRAS

17 Setembro: FESTA AFRICANA, Auditório Municipal Ruy de Carvalho, Centro Cívico de Carnaxide

Tertúlia: 16h

Inauguração da Exposição de Fotografia de António Júlio Duarte “Festa Africana” – 18h

Concerto de Celina Pereira – 18h30

Refeição Típica – 20h30

Concerto de Tito Paris – 21h30

Entrada Livre, limitada à lotação do auditório

CICLO DE CINEMA (14 a 20 setembro)

Auditório Municipal Eunice Munoz, Rua Mestre de Aviz, Oeiras

EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIAS (GRANDE DESTAQUE PARA STP) – 13 a 18 de Setembro, OLHANDO ÁFRICA de Saúl de Carvalho, Oeiras Parque das 10h às 24h (VISITEI-A HOJE E POSSO GARANTIR QUE VALE A PENA)

13 a 30 de Setembro – VISTA PARCIAL, Exposição de Artistas Africanos, Galeria Municipal Lagar de Azeite, Oeiras, 3ª feira a domingo das 14 às 19h

sexta-feira, agosto 26, 2005

Poesia de Conceição Lima em espanhol

A poesia da jornalista (BBC) e escritora santomense Conceição Lima encontra-se traduzida em espanhol na
Revista colombiana "Alquitrave



segunda-feira, agosto 22, 2005

Escritores santomenses premiados

O “Grande Prémio Sonangol de Literatura 2005” foi atribuído no passado dia 19 de Agosto, a duas obras de escritores africanos e insulares: uma de um escritor santomense e outra de um caboverdiano. A obra premiada do escritor santomense, Malé Madeçu, foi “Retalhos do Massacre de Batepá” e a do Caboverdiano, Fidalgo Preto, “Baban, o Ladino”.

O júri foi presidido pelo escritor caboverdiano Corsino Fortes e era constituído pelos angolanos Marisa Costa, Cornélio Caley (meu querido  colega e amigo) e Jorge Macedo. Foi ainda atribuída a menção honrosa à obra "Levélengué - as gravuras de Gabriela", da escritora santomense Natasha Lueje.

O Grande Prémio Sonangol de Literatura 2005 está avaliado em 25 mil dólares e, a partir deste ano, passa a realizar-se de cinco em cinco anos, mas a menção honrosa, que no futuro só será atribuída a escritores angolanos, terá uma periodicidade anual.

São Tomé está de parabéns, bem como a sua cultura e os seus escritores. Aguardemos que estas obras sejam divulgadas também em Portugal.

 

Um abraço,

Brígida

domingo, agosto 07, 2005

Galeria de Exposições do Centro Cultural Luso-Moçambique

 

CULTURA ÁFRICA PORTUGAL MOÇAMBIQUE Cultura: Artistas africanos têm galeria em Lisboa para divulgar a sua arte
Manuela Ferreira, da Agência Lusa
Lisboa, 07 (Lusa) - Artistas africanos menos conhecidos pelos portugueses têm agora, em Lisboa, uma galeria que mostra alguns dos seus melhores trabalhos, sejam eles do ceramista Heitor Pais, do pintor José Pádua, ambos moçambicanos, ou do escultor angolano Magina.
Com pouco mais de seis meses de funcionamento, a Galeria de Exposições do Centro Cultural Luso-Moçambicano, na Loja 43 do Centro Comercial Apolo 70, promoveu já em vários pontos de Portugal seis exposições, a última das quais está patente, até ao final de Agosto, em Vila do Conde.
Nesta última exposição, que assinala o 30º aniversário da independência de Moçambique, estão expostos trabalhos de vários pintores moçambicanos com maior ou menor experiência - Butcheca, Saranga, José Pádua, Gumatsy, Quehá e Lívio de Morais.
O Centro Cultural Moçambicano criado em finais do ano passado agrega um leque variado de individualidades africanas, para além de artistas. Os antigos futebolistas Mário Wilson e Eusébio são alguns dos seus patrocinadores mais entusiastas.
O presidente, Lívio de Morais, um pintor moçambicano a residir em Portugal há 26 anos, explicou à Agência Lusa que "o objectivo e a razão de ser" do Centro Cultural é "a divulgação da cultura moçambicana e africana na Europa, através de Portugal, privilegiando a língua portuguesa".
Por razões históricas, não teria sentido o Centro Cultural Moçambicano nascer e ter sede noutro país europeu¯, comenta o pintor, acrescentando que o objectivo é também aproximar cada vez mais as culturas, "ao encontro da nova mentalidade universal do Conhecimento, Convivência, Tolerância e Paz Mundial".
Com 235 sócios, o centro visa actuar em diversas áreas para além da Cultura, com realce para a área social, onde  e acompanham já cidadãos moçambicanos com menores recursos, mesmo quando hospitalizados ou presos.
O associativismo é por natureza o meio de pensar, decidir e viver comum¯, salienta Lívio de Morais, explicando que entre os objectivos do centro está também o acompanhamento jurídico para garantia e defesa dos direitos sociais e humanos dos moçambicanos em Portugal.
As crianças, as mulheres e os estudantes universitários moçambicanos em Portugal merecem atenção particular deste Centro Cultural, que também pretende actuar na área de formação, prevendo-se o início de cursos de informática para Setembro.
A Gastronomia, o Desporto e a Saúde são outros sectores em que o Centro Cultural Moçambicano pretende desenvolver acções de dinamização.
A literatura africana, considerada como uma componente indispensável para a divulgação da língua africana e meio indispensável da cultura africana na Europa, merece também o interesse do Centro que pretende, nomeadamente, editar jovens escritores.
Contamos com o pouco que nos derem, nem que seja uma carta com umas palavras de encorajamento, diz Lívio de Morais, adiantando que qualquer oferta é bem vinda, quer se trate de livros, cadeiras, mesas ou pequenos donativos financeiros.
Enquanto sonham com uma sede em que possam ter uma biblioteca, dar apoio aos sócios e realizar acções de formação, foram dados passos decisivos com a abertura da Galeria de Exposições.
O português Paulo Ossião, o cabo-verdiano David Levy Lima, a guineense Manuela Jardim são alguns dos artistas integrados no projecto.
Neste momento, a Galeria tem em exposição obras de Malagatana, Lívio de Morais, Magina e Heitor Pais, que podem ser adquiridas por valores que oscilam entre algumas centenas de euros e os 1.400.


terça-feira, junho 28, 2005

Almada Negreiros - "A Flor"

“Pede-se a uma criança: Desenhe uma flor! Dá-se-lhe papel e lápis. A criança vai sentar-se no outro canto da sala onde não há mais ninguém. Passado algum tempo o papel está cheio de linhas. Umas numa direcção, outras noutras; umas mais carregadas, outras mais leves; umas mais fáceis, outras mais custosas. A criança quis tanta força em certas linhas que o papel quase não resistiu.

Outras eram tão delicadas que apenas o peso do lápis já era demais.

Depois a criança vem mostrar essas linhas às pessoas: Uma flor!

Contudo, a palavra flor andou por dentro da criança, da cabeça para o coração e do coração para a cabeça, à procura das linhas com que se faz uma flor, e a criança pôs no papel algumas dessas linhas, ou todas. Talvez as tivesse posto fora dos seus lugares, mas, são aquelas as linhas com que Deus faz uma flor!”

in Antologia de Poesia Portuguesa, Volume II, pg 1616

segunda-feira, junho 27, 2005

Livraria Barata - Descontos

Grande Festa do livro na Barata


Pela primeira vez as Livrarias Barata vão organizar a partir do dia 18 de Junho, uma grande festa de descontos em TODOS OS LIVROS.
É só procurar a data da etiqueta da Barata que se encontra colada no livro e verificar o desconto correspondente, sendo que, se a data for:

anterior a 2000 - o desconto será de 50%

entre 2000 e 2001 - o desconto será de 30%

entre 2002 e 2003 - o desconto será de 20%

entre 2004 e 2005 - o desconto será de 10%


É uma oportunidade única abrangendo todos os livros, desde o Infantil ao Romance, passando pelo Livro Técnico ou o Livro de Arte.
Barata
avenida de roma * Barata campo de ourique * Barata técnica [IST] * Barata agronomia [ISA] * Barata técnica [FCT] * Barata évora [UE]

 

 

quinta-feira, junho 23, 2005

Aíto Bonfim

Loucura Suave

Amor

Amor à vida

Ao belo artístico do trabalho

Agrícola

Amor

Amor ao corpo de guerreiro morto pela

África

À paz vitoriosa

Amor

Amor na alegria e prazeres tam-tam

Na harmonia do corpo suado

Amor nos sorrisos electrizantes duma

Linda somali

Nos olhares sedutores duma tchadiana

Escaldante

Amor

Amor na elegância sensual da perna

Duma santomense

Nos dentes brilhantes do dançarino congolês

Por amor

damos a vida

Para que se vingue o amor.

 

In ”Aspiração” (2002), pg 53

Olinda Beja

Longínqua

Pelas estrias na pela ocre e âmbar

Pelo moer de asas sem rota nem destino

Diríamos uma ave-do-paraíso

Mas a distância na voz

E no olhar

Fazem lembrar uma garça indefesa

Que um dia se perdeu na montanha

 

In Água Crioula (2002), pg. 27

segunda-feira, junho 20, 2005

Novo disco de Pepe Lima


O cantor são-tomense Pêpê Lima lançou na semana passada mais um CD com 11
faixas musicais, intitulado "Paz na Terra".

segunda-feira, maio 30, 2005

René Tavares 02, sem título

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Osvaldo Reis 02, sem título

Posted by Hello

René Tavares 01 (2002)

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Menu da Semana Gastronómica de STP

 

SEMANA DE SÃO TOMÉ – RESTAURANTE Terreiro do Paço (Lisboa)

Cozinha equatorial, feita de ingredientes e temperos exóticos (preços entre 12.10€ e 13.90€ o prato)

Segunda-feira,  dia 30 de Maio

Azagoa de carne (carne de porco, folha de Mandioca e feijão vermelho com farinha de mandioca)

Calulu de peixe (garoupa, tomate, malagueta e quiabos com arroz e farinha de mandioca)

Terça-feira, dia 31 de Maio

Molho de fogo (peixe fumado, peixe salgado, tomate, coentros e limão com banana cozida)

Jogo (cação e garoupa, fruta pão com arroz e farinha de mandioca)

Quarta-feira, dia 01 deJunho

Feijão à moda da terra (feijão vermelho, peixe fumado, tomate, ossame e pau de pimenta com arroz)

Arroz de Peixe da Terra

Quinta-feira, dia 02 de Junho

Muqueca de Peixe (pargo, tomate, beringela, óleo de palma com arroz)

Peixe Limão (garoupa, matabala, piri-piri, farinha de mandioca, sementes de óssamo e mocócó)

Sexta-feira, dia 03 de Junho

Azagoa de Peixe (corvina e pargo fumados, folha de mandioca e feijão vermelho com farinha de mandioca)

Calulu de Carne (galinha, tomate, cebola, malagueta e quiabos com arroz e farinha de mandioca)

Sábado, dia 04 de Junho

Calulu de peixe (garoupa, tomate, malagueta e quiabos com arroz e farinha de mandioca)

Domingo, dia 05 de Junho

Azagoa de carne (carne de porco, folha de Mandioca e feijão vermelho com farinha de mandioca)

 

OS DOCES DE SÃO TOMÉ (entre 3.20€ e 3.50€)

Aranha

Arroz de milho

Cocada

I Mostra Gastronómica dos Países de Língua Portuguesa

A STUDIUM e a Associação Amigos do Príncipe, numa organização conjunta com o Restaurante Terreiro do Paço, vão realizar a I Mostra Gastronómica dos Países de Língua Portuguesa, sob a orientação do Chefe Vitor Sobral.
O evento decorrerá entre 25 de Maio e 5 de Junho naquele restaurante. Com este evento pretende-se, promover a gastronomia tradicional dos PALOP e apoiar projectos de Saúde e Educação das Crianças de Rua que vivem nestes países.

Contactos : RESTAURANTE TERREIRO DO PAÇO
TEL: 210312850 FAX 210 312 859
Email: terreirodopaco@quintadaslagrimas.pt

A gastronomia é uma vertente forte da Cultura de qualquer Povo. A mesa é um espaço privilegiado de encontro e de encontros, ou não estivesse a mesa simbolicamente associada à ideia de reunião, de comunhão, de refeição. Em África este conceito de partilha é mesa é elevado à forma de arte.
A primeira semana gastronómica traz à mesa do restaurante TERREIRO DO PAÇO a cozinha de São Tomé e Príncipe. É uma ocasião para saborear o CALULU de São Tomé e o MOLHO DE FOGO do Príncipe entre outros manjares exóticos e que raramente chegam às nossas mesas.
A gastronomia de São Tomé e Príncipe caracteriza-se pela sua excelência, pelo apelo de todos aromas, de todos os paladares, e de todas as cores numa simbiose entre a prodigalidade da natureza da terra e a sabença culinária das suas gentes.
É uma cozinha de tacho,
feita de tradições passadas de geração em geração. É uma cozinha tão fascinante como o é este pequeno país ao qual Portugal está tão ligado.
O restaurante Terreiro do Paço situa-se na praça do mesmo nome, junto ao cais onde durante séculos partiram as naus, caravelas, paquetes rumo às Terras de África e do Oriente donde voltavam carregadas do cheiro de especiarias, esperanças, recordações, fortunas, de cacau e café.
O Terreiro do Paço enquanto cais de ver partir assumiu um papel importante como entreposto comercial e cultural. E, como entreposto cultural, o Terreiro do Paço quer este ano, no qual se comemoram 250 anos do grande terramoto de Lisboa, ser o epicentro da vida gastronómica do Mundo
Português na capital.
Parte da receita desta mostra gastronómica será doada à Associação para a Reinserção das Crianças Abandonadas e em Risco de São Tomé, que desenvolve um meritório trabalho em prol da melhoria das condições de vida das crianças mais carenciadas deste país.

quarta-feira, maio 25, 2005

Nezó 02

Pintura na cidade: Janela para o Mundo, 2002 Posted by Hello

Osvaldo Reis 01

Pintura na cidade: Janela para o Mundo, 2002, 1 de 4 pain�is Posted by Hello